Negociação sobre saúde não avança com Fenaban

Em debate sobre o instrumento de combate ao assédio moral, entre a representação dos bancários e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), durante mesa da Comissão Bipartite de Acompanhamento da Cláusula de Prevenção de Conflitos no Ambiente de Trabalho, nada de avanço. O trabalhador continua prejudicado e sem respostas para as reivindicações.
Os bancários ressaltaram a importância da estratificação dos dados de denúncias sobre assédio e em casos de adoecimentos no ambiente de trabalho, solicitada pelos representantes dos trabalhadores na última reunião, além da redução do prazo para a solução das denúncias.
Nada de novo também na reunião do Coletivo Nacional de Saúde do Trabalhador. A Fenaban pediu mais tempo de amadurecimento dos bancos para a composição do formulário para avaliar a efetividade do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) regulamentado pela NR 7 (Norma Regulamentadora) do Ministério do Trabalho e Emprego, com foco nas políticas de prevenção.
Os bancos voltaram atrás e negaram a criação de um grupo de trabalho especifico para discutir a pesquisa sobre os serviços médicos das organizações financeiras. As mesas aconteceram nesta terça e quarta-feira (27 e 28/11), em São Paulo.