Sem hospital, empregados da Caixa cobram resposta urgente do Saúde Caixa
O Sindicato vem cobrando providências desde o início do problema enfrentado pelos funcionários
Desde o início do ano, empregados da Caixa Econômica Federal que dependem do Saúde Caixa enfrentam dificuldades para conseguir atendimento hospitalar em Dourados. A situação deixou trabalhadores da Caixa de Dourados e Região sem um hospital de referência para realizar tratamentos, procedimentos médicos e internações.
O município conta com poucos hospitais disponíveis. Um deles com atendimento exclusivo pelo plano Unimed, outro é voltado aos servidores públicos e uma terceira unidade passa por mudança e mantém atendimento limitado. Com isso, o Hospital Mackenzie (antigo Evangélico) passou a ser a única alternativa para os beneficiários do Saúde Caixa, mas mudanças necessárias no contrato de credenciamento acabaram interrompendo o atendimento pelo plano.
Segundo informações obtidas pelo sindicato, o hospital encaminhou a documentação necessária ao Saúde Caixa para regularização da situação, porém, até o momento, a pendência não foi solucionada pela empresa.
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O Sindicato dos Bancários de Dourados e Região-MS vem cobrando providências desde o início do problema enfrentado pelos funcionários. A entidade já encaminhou e-mails, buscou contato com os responsáveis pelo credenciamento e dialogou com a gerência do Saúde Caixa, e nesta quarta-feira (01) esteve no hospital conversando com o responsável pelos credenciamentos, mas ainda não recebeu uma resposta efetiva.
Para a diretoria do Sindicato, a Caixa tem responsabilidade direta em garantir que seus empregados tenham acesso ao atendimento médico-hospitalar previsto no plano de saúde. Diante da falta de solução, a entidade estabeleceu um prazo para que o banco apresente uma resposta e resolva a situação.
Caso não haja avanço, o Sindicato realizará mobilizações, atos e paralisações nas agências da Caixa durante o mês de julho, como forma de pressionar pela retomada do atendimento e garantir o direito dos trabalhadores.
Fonte: Seeb-Dourados e Região/MS



