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1 de Janeiro de 2001 às 23:59

Mínimo vai para r$ 350 e I.R terá correção de 7%

Em reunião dos principais sindicatos do País e representantes das centrais sindicais, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, apresentou a proposta do governo federal para reajustar o Salário Mínimo, dos atuais R$ 300 para R$ 350, acompanhado da correção da tabela de descontos do IR em 7%. Os trabalhadores fizeram contraproposta: mínimo de R$ 360 a partir de maio, ou um valor de R$ 350 para o mínimo, antecipando-se o recebimento para março, em vez de maio, e alterando a data-base de 2007 para janeiro, sempre com um índice de correção do IR maior que a inflação. Garante-se assim que os trabalhadores tenham um ganho nominal anual superior ao apresentado pelo governo. Nova negociação foi marcada para o dia 18 próximo. Correção – As tabelas ao lado mostram a importância da atuação dos trabalhadores, desde que a histórica luta pela correção do IR foi intensificada, em 2003. O bancário que tinha uma renda bruta de R$ 3 mil naquele ano, por exemplo, depois de descontado o INSS e retido seu imposto na fonte, recebia R$ 2.736,96 líquidos. Desde então, calculados os resultados das campanhas salariais de 2004 e 2005 e aplicadas as conquistas sobre a tabela do IR (redutor de R$ 100 em 2004 e correção de 10% no ano passado), ele tem atualmente uma renda bruta de R$ 3.450,30 e líquida de R$ 3.111,74. Se passasse a vigorar o reajuste proposto pelo governo, de 7%, sua renda líquida passaria a ser de R$ 3,148,82. Mas o Sindicato quer mais.



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